“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”
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1 de dezembro de 2008

Mosteiro de Alcobaça - Alcobaça - Portugal

Fachada barroca da Igreja da abadia

O claustro
Refeitório
A Abadia de Alcobaça, reconhecida como Património Mundial pela UNESCO, é uma das mais importantes abadias cistercienses europeias, atendendo ao seu estado de conservação e à sua arquitectura, símbolo de Cister.
Fundada em 1153, por doação de D. Afonso Henriques a Bernardo de Claraval, a actual abadia só começou a ser construída em 1178. A Igreja, iniciada como era prática corrente pela cabeceira, com três naves à mesma altura, o transepto de duas naves e o deambulatório, formam um conjunto que impressiona pela simplicidade, grandeza e austeridade. É a maior e primeira grande obra do gótico primitivo português, depois substancialmente alargada e enriquecida com as sucessivas doações reais. Em 1308, D. Dinis faz construir o Claustro do Silêncio, acrescentado de um piso já no reinado de D. Manuel, que mandou também construir a chamada Sacristia Manuelina, obras encomendadas ao arquitecto João de Castilho. A partir do Abade Comendatário Cardeal D. Henrique começam as grandes alterações espaciais, com a construção do Palácio Abacial no extremo Norte da Ala Norte e do Claustro do Cardeal, seguindo-se, no séc. XVII, a Hospedaria, a primitiva Sala dos Reis e o Noviciado. Notável é o Relicário e o Altar da Morte de S. Bernardo dos finais do séc. XVII, em terracota, assim como a grande cozinha do séc. XVIII. A Sala dos Túmulos, em neo-gótico, guarda os túmulos de várias rainhas e príncipes. No transepto da Igreja encontram-se duas das mais belas obras da arquitectura tumular do séc. XIV: os túmulos de D Pedro e D. Inês de Castro.

Mosteiro de Alcobaça - Alcobaça - Portugal

Igreja
Eixo central
Túmulo de D. Pedro

Túmulo de Inês de Castro

28 de outubro de 2008

MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS - Lisboa - Portugal









O Mosteiro dos Jerónimos é frequentemente conhecido como a 'jóia' do estilo Manuelino. Este estilo combina elementos arquitectónicos dos períodos Gótico e Renascentista, juntando-os a uma simbologia real e naturalista, que o tornam verdadeiramente único.Em 1496, o rei D. Manuel I pediu à Santa Sé autorização para construir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do rio Tejo. As obras começaram em 1501 e só terminaram quase um século depois. D. Manuel I e os seus descendentes foram enterrados em túmulos de mármore situados na capela-mor da Igreja e capelas laterais do transepto.A dedicação do mosteiro à Virgem de Belém foi outro factor que influenciou a decisão régia. O Mosteiro dos Jerónimos veio substituir a igreja que invocava Santa Maria de Belém, onde os monges da Ordem de Cristo davam assistência aos muitos marinheiros que por ali passavam. Por esta razão, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de S. Jerónimo, cujas funções eram rezar pela alma do rei e dar apoio espiritual aos que partiram da Praia do Restelo à descoberta de novas terras.
Por ter sido construída nos bancos de areia do rio Tejo, a estrutura do mosteiro não sofreu muitos danos com o terramoto de 1755.Em 1907 foi declarado Monumento Nacional e em 1984 foi classificado “Património Cultural de toda a Humanidade” pela UNESCO.






Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa - Portugal

IGREJA DE S.MARIA DE BELÉM
Em 1496 o rei D. Manuel I pede autorização à Santa Sé para mandar erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do rio Tejo.Em 1501 iniciaram-se as obras de construção, que se prolongaram por cerca de um século.



CAPELA-MOR E COLATERAIS
Esta capela foi mandada construir por D. Catarina, mulher de D. João III, em 1571. Traçada pelo mestre Jerónimo de Ruão, que aqui introduz a arte maneirista, contrasta em absoluto com o corpo manuelino da Igreja.




Abóbada da nave da Igreja, projecto de Diogo de Boitaca, execução de João de Castilho


Um dos vitrais

Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa - Portugal





Vista geral de uma das alas do claustro










22 de agosto de 2008

Mosteiro de Tibães - Braga - Portugal











Mosteiro de Tibães

Mosteiro de Tibães ou Mosteiro de São Martinho de Tibães, englobando a Igreja de Tibães e o Cruzeiro de Tibães, situa-se em Mire de Tibães, concelho de Braga e foi fundado no século XI.
A partir do
século XII foi ocupado pela congregação Beneditina. No século XVI, tornou-se a casa mãe da ordem para Portugal e Brasil. Os edifícios principais actualmente existentes foram construídos nos séculos XVII e XVIII. Um dos arquitectos que neles trabalhou foi André Soares.
Com a
extinção das ordens religiosas masculinas ocorrida em 1834, é vendido em hasta pública, com excepção da Igreja, Sacristia e Claustro do Cemitério.
Ficou nas mãos de privados até 1986.
Foi classificado como
Imóvel de Interesse Público em 1944.

Mosteiro de Tibães - Braga - Portugal






Mosteiro de Tibães
ou
Mosteiro de São Martinho de Tibães

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