“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”
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6 de fevereiro de 2011

Ruralidades


O pastor, os seus cães e o cordeirinho acabado de nascer... por dois segundos que não assisti ao seu nascimento.

Ruralidades


Tenho que descansar um pouco estas minhas pernas...

Ruralidades


Ai... estas minhas pernas... sabe o senhor! Já não são como dantes... subia e descia tudo que era montes e vales... hoje? É só reumáticos e ácidos e sei lá o quê...

Ruralidades


O pastor e os seus fieis amigos...

20 de dezembro de 2010

21 de maio de 2009

D. Fernando...



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Fernando II, Duque de Bragança
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D. Fernando II foi o 3º Duque de Bragança, nascendo em 1430 e sendo executado em Évora em 1483 por ordem do Rei D. João II. Teve excelentes relações com D. Afonso V, foi feito fronteiro das províncias de Entre-Douro-e-Minho e de Trás-os-Montes. Recebeu o título de Conde de Guimarães que em breve se elevou a ducado. Acompanhou o rei em várias campanhas em África.
Quando em
1478 sucedeu a seu pai no Ducado de Bragança, tornou-se titular do maior domínio senhorial, não só de Portugal, como de Castela, Navarra e Aragão. Com a subida ao trono de D. João II em 1481, que com os seus desejos de fortalecer o poder real e as providências que tomava contra as excessivas regalias das classes priveligiadas, levaram o Duque de Bragança, alcaide de numerosas fortalezas, a protestar, declarando-a lesiva da sua dignidade e excessivamente rigorosa, sendo, nesta atitude, acompanhado dos irmãos e do Duque de Viseu.
Entre as escrituras existentes de doações e privilégios dados ao Ducado de Bragança e guardados num certo
cofre em Vila Viçosa, o vedor da fazenda diz ter encontrado cartas onde o Duque de Bragança receoso da inimizade do novo Rei, tentava ganhar aliados em Castela. A partir das cópias mandadas executar por D. João II dessas mesmas cartas, o Duque de Bragança foi julgado em Évora, condenado à morte e executado em 20 de Junho de 1483. D. Manuel I viria a anular este processo mais tarde, em 1500, e a devolver as terras e os títulos ao seu filho, D. Jaime.
Não se pode precisar se D. João II tinha razão ou se tudo não passou de pura suspeita, que aproveitou para se desfazer do duque e da Casa de Bragança, pois na sentença confiscou-lhe todos os bens que passaram para a coroa. Realmente, D. João II parece ter-se excedido nos cenários do julgamento, mandando até decorar a sala onde se procedeu ao julgamente no paço, onde o Rei se instalara, com panos onde figuravam cenas da história de
Trajano, com exemplos de "severidade e justiça" desse imperador de Roma.
O duque casara duas vezes; a primeira em
1447, tendo apenas 17 anos de idade, com D. Leonor de Meneses filha de D. Pedro de Meneses; a segunda (1472) com D. Isabel, filha do infante D. Fernando.
Origem: Wikipédia

2 de maio de 2009

DIA DA MÃE

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A MINHA SINGELA HOMENAGEM
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À (MINHA) MELHOR MÃE DO MUNDO


PARA SEMPRE
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Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
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Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo
-de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
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( Estás sempre comigo, ao meu lado e no meu coração )

10 de abril de 2009

Com um molho de lenha à cabeça.


A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.
(George Bernard Shaw)

6 de agosto de 2008

Coimbra - Portugal


Casa onde viveu José Afonso

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por José Afonso[1] ou Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português.
Não obstante o seu trabalho com o
fado de Coimbra e a música tradicional, vulgo folk português, José Afonso ficou indelevelmente associado pelo imaginário coletivo à música de intervenção, através da qual criticava o Estado Novo, regime de ditadura vigente em Portugal entre 1933 e 1974.

3 de agosto de 2008

Um Rancho Folclórico do Minho - Portugal






Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes, lendas, tradições e festas populares transmitidos por imitação e via oral de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios e canções.
PARA OBTER UM TAMANHO NORMAL-CLICAR NA FOTO

olharesmil

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