“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”

5 de dezembro de 2008

Batalha - Portugal

MOSTEIRO DE SANTA MARIA DA VITÓRIA
Claustros
Lavabo

Batalha - Portugal

Convento de Santa Maria da Vitória
Interiores da Capela do Fundador

Leiria - Portugal

Castelo de Leiria
O Castelo de Leiria foi mandado construir por D. Afonso Henriques, como forma de estabelecer uma linha defensiva contra os árabes, mas as suas guerras com a Galiza fizeram com que os árabes aproveitassem a deslocação dos exércitos do Condado Portucalense para o norte, para, por duas vezes, conseguirem apoderar-se de Leiria.

Em 1142, depois de reconquistar definitiva Leiria, D. Afonso Henriques, mandou reforçar a as defesas do castelo e D. Sancho I, já por volta de 1195, mandou erguer as muralhas da cidade.

A importância desta cidade foi crescendo, tornando-se palco de actos importantes, como a reunião das primeiras cortes, convocadas por D. Afonso III, foi residência de D. Dinis e da rainha Santa Isabel, nova reunião de cortes no reinado de D. Fernando e D. João I, celebra ali o casamento do seu filho D. Afonso, e também lançou os trabalhos de construção do novo Paço da Rainha.

Ao longo dos séculos o castelo foi perdendo progressivamente o valor militar e durante as invasões francesas foi bastante danificado, só em finais do século XIX, por iniciativa dos Amigos do Castelo, foram iniciadas obras de restauro e no início do século XX, foi classificado como Monumento Nacional.

Obras de recuperação deste monumento foram sendo executadas ao longo do século XX, algumas desfizeram trabalhos anteriores, considerados pouco rigorosos e ainda em 1990, foram realizadas intervenções.


O castelo foi construído sobre uma planta poligonal irregular, com sólidas muralhas e torres, tem no interior o Paço Real, a Igreja de Santa Maria da Pena e a Torre de Menagem.

1 de dezembro de 2008

Mosteiro de Alcobaça - Alcobaça - Portugal

Fachada barroca da Igreja da abadia

O claustro
Refeitório
A Abadia de Alcobaça, reconhecida como Património Mundial pela UNESCO, é uma das mais importantes abadias cistercienses europeias, atendendo ao seu estado de conservação e à sua arquitectura, símbolo de Cister.
Fundada em 1153, por doação de D. Afonso Henriques a Bernardo de Claraval, a actual abadia só começou a ser construída em 1178. A Igreja, iniciada como era prática corrente pela cabeceira, com três naves à mesma altura, o transepto de duas naves e o deambulatório, formam um conjunto que impressiona pela simplicidade, grandeza e austeridade. É a maior e primeira grande obra do gótico primitivo português, depois substancialmente alargada e enriquecida com as sucessivas doações reais. Em 1308, D. Dinis faz construir o Claustro do Silêncio, acrescentado de um piso já no reinado de D. Manuel, que mandou também construir a chamada Sacristia Manuelina, obras encomendadas ao arquitecto João de Castilho. A partir do Abade Comendatário Cardeal D. Henrique começam as grandes alterações espaciais, com a construção do Palácio Abacial no extremo Norte da Ala Norte e do Claustro do Cardeal, seguindo-se, no séc. XVII, a Hospedaria, a primitiva Sala dos Reis e o Noviciado. Notável é o Relicário e o Altar da Morte de S. Bernardo dos finais do séc. XVII, em terracota, assim como a grande cozinha do séc. XVIII. A Sala dos Túmulos, em neo-gótico, guarda os túmulos de várias rainhas e príncipes. No transepto da Igreja encontram-se duas das mais belas obras da arquitectura tumular do séc. XIV: os túmulos de D Pedro e D. Inês de Castro.

Mosteiro de Alcobaça - Alcobaça - Portugal

Igreja
Eixo central
Túmulo de D. Pedro

Túmulo de Inês de Castro

27 de novembro de 2008

Nazaré - Portugal

Sítio

A designação de vila da Nazaré é atribuída, desde 1912, ao conjunto urbano formado pelos núcleos populacionais da Praia, do Sítio e da Pederneira, com origens cronológicas e comunitárias diferenciadas, que se encontram urbanisticamente interligadas.Foi no promontório do Sítio da Nazaré que surgiu o primeiro aglomerado populacional, devido às suas condições naturais e ao incremento do sentimento religioso resultante na crença no milagre de Nossa Senhora da Nazaré.Devido ao difícil acesso, o Sítio apenas se começou a desenvolver em meados do século XVII, crescendo bastante ao longo do século seguinte. A instalação de um elevador mecânico, para ligação entre o Sítio e a Praia, em 1889, veio dar um novo incremento populacional ao lugar, já então muito visitado por romeiros e peregrinos.O interesse histórico-religioso e uma beleza natural incomparável constituem os grandes atractivos do Sítio da Nazaré.O Miradouro do Suberco, a 110 metros de altitude, abre-se a um dos mais belos panoramas marítimos de Portugal.O longo promontório que guarda e protege a Praia tem no seu extremo o Forte de S. Miguel Arcanjo. A 80 metros de altitude é o miradouro privilegiado sobre o mar e a Pedra do Guilhim, rochedo batido pelas vagas mesmo em frente. Este é um excelente local para a pesca desportiva, onde os mais aventureiros desafiam o mar que salpica de espuma as falésias, convidando à meditação. Da barbacã do Forte, para Sul, a vista alcança horizontes longínquos e a vila ganha uma nova dimensão; para norte, descobre-se o vasto areal da Praia do Norte. Bela e desconhecida, rodeada de dunas e pinhais, protegida a sul pelo promontório, que na sua base esconde uma pequena gruta natural – o Forno d´Orca. A Praia do Norte é um espaço preservado e ecológico, dedicado pela natureza ao Turismo de Evasão, à pesca desportiva, ao surf e body-board, aos passeios a pé ou de bicicleta. Poupada da intervenção humana, a Praia do Norte permite o reencontro da natureza com o mar e a aventura solitária do descanso merecido.

Nazaré - Portugal

Nazaré
Nazaré-praia

A Praia da Nazaré é de origem relativamente recente, pois ainda no século XVII o mar vinha bater nos contrafortes da Serra da Pederneira, cobrindo toda a área hoje ocupada pela praia e pelo casario. As rápidas transformações geológicas ocorridas ao longo desse século provocaram o recuo do mar e o assoreamento da área, deixando a descoberto a formosa enseada. As primeiras referências sobre a pesca na Nazaré datam de 1643, no entanto, só no final de setecentos a população se começou a fixar no areal. Os pescadores habitavam, sobretudo, nas partes altas - Sítio e Pederneira - dado que os constantes ataques dos piratas argelinos e holandeses tornavam o areal pouco seguro.A Nazaré começou a ser conhecida e procurada, como praia de banhos, em meados do século XIX. A sua beleza natural e tipicismo desde sempre atraíram os visitantes. A pesca, a transformação do pescado e a sua venda, foram ao longo de quase todo o século XX, as principais actividades da população. A dureza e perigosidade da vida do mar levaram muitos pescadores a procurarem uma vida melhor noutras paragens. A construção do Porto de Pesca e Recreio, no início da década de oitenta, veio alterar e melhorar a vida dos pescadores, iniciando uma nova fase no quotidiano da vila.Na década de 60, a Nazaré começou a ser conhecida internacionalmente. Visitada anualmente por milhares de turistas nacionais e estrangeiros, a Nazaré é hoje uma vila moderna e sempre animada.

São Martinho do Porto - Alcobaça - Portugal

Praia de São Martinho do Porto

Praia que se estende ao longo de uma baía deslumbrante, banhada pelo azul do mar. Pelas suas características é ideal para as crianças e para os desportos náuticos. A baía de S. Martinho do Porto é o último vestígio de um antigo Golfo que até ao século XVI se estendia a Alfeizerão e que se abre ao Oceano através de uma barra, com cerca de 250 metros de largura, entre os morros de Santana, a Sul, e do Farol, a Norte. Na Avenida Marginal, centro cosmopolita da vila, multiplicam-se as esplanadas, lojas, bares e restaurantes quase todos especializados nos sabores do mar: a lagosta suada, a santola recheada, o lavagante, o robalo, as douradas e o linguado grelhado ou a sardinha assada.

Foz do Arelho - Caldas da Rainha - Portugal

Praia da Foz do Arelho

A Praia da Foz do Arelho, junto à Lagoa de Óbidos é um lugar onde a natureza nos brindou, com as suas excepcionais qualidades terapêuticas e um extenso areal, local de eleição para surfistas, as águas calmas e tranquilas da Lagoa são um encanto para as crianças. Na zona do pequeno cais, pode comprar toda a variedade de espécies que a Lagoa oferece, do berbigão às amêijoas, nesta praia encontra óptimas esplanadas e restaurantes, onde se pode deliciar com pratos de peixe, enguias fritas, amêijoas e a magnifica caldeirada da Lagoa.

16 de novembro de 2008

Peniche - Portugal

Peniche



Desde tempos remotos Peniche viveu intimamente ligada ao mar. Inicialmente era uma ilha, a acção do vento e das marés a converteu na actual península. Sua situação estratégica, a riqueza das suas terras e desde a sua costa várias civilizações ocuparam estas terras desde tempos pré-históricos, mas precisamente do Paleolítico Médio.Com a ocupação romana a economia da população, baseada principalmente na agricultura e na pesca, se estabiliza. Diversos restos datados no século I confirmam a importância na época da indústria conserveira, actividade que continua actualmente.O desenvolvimento contínua durante a Idade Média graças a importância adquirida por seu porto e a riqueza produzida pela pesca. Com este crescimento o território, até então dependente de Óbidos, alcança autonomia administrativa. No ano de 1158 D. Afonso Henrique lhe concede o Foral.A partir do século XVI, com a união de Peniche ao país, a população começa a crescer de forma importante. No ano de 1609 é elevada a categoria de Vila e sede do Concelho, logrando assim a independência de Atouguia de Baleia.No decorrer do século XVI e XVII a prosperidade continua com a construção de um importante sistema defensivo que protegia a população dos ataques piratas.Durante os séculos XIX e XX se consolida a estrutura económica e social da população graças a riqueza que segue produzindo uma agricultura e uma pesca invejável. No século XX aumenta a produção pesqueira devido a introdução de uma nova técnica, a pesca de cerco, que vai dar lugar a uma variada indústria relacionada com a pesca. Surgem fábricas de conservas, de congelados, de construção naval, etc.Actualmente a população de Peniche encontrou um importante impulso para a economia local através do turismo.

Peniche - Portugal

FORTALEZA DE PENICHE






Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645
Fortaleza - Guaritapor D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.

Peniche - Portugal

FORTALEZA DE PENICHE





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