“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”

12 de junho de 2009

Vila Nova de Gaia e Porto - Portugal

Cais de Gaia

O Cais de Gaia é uma área turística de esplanadas, restaurantes e bares, localizada na margem esquerda do rio Douro, em Vila Nova de Gaia, em frente à zona histórica do Porto, património mundial da Unesco, em Portugal.
Durante muitos séculos aqui se localizou um porto fluvial de onde eram exportadas diversas mercadorias, com especial relevo para o vinho do Porto. O assoreamento da barra do Douro e a construção do porto de Leixões levaram a uma sucessiva decadência do cais acostável e de toda a zona envolvente.
A construção do actual empreendimento do Cais de Gaia, uma obra do arquitecto Passo de Sousa, em parceria com Eduardo Cabral dos Santos, visou a renovação e valorização desta zona, onde se localizam as caves de vinho do Porto, tirando o melhor partido da frente fluvial e de um enquadramento paisagístico único.
A obra do Cais de Gaia foi iniciada em 2000 e concluída três anos depois. O projecto, orçado em 15 milhões de euros, foi distinguido com o "Prémio Turismo - Valorização do Espaço Público", organizado pelo Instituto de Turismo de Portugal. Este prémio pretende distinguir projectos inovadores, em termos de qualidade, de respeito e intervenção no espaço público e de integração no meio envolvente.
Do renovado Cais de Gaia partem actualmente numerosas excursões fluviais com destino à Região Vinhateira do Alto Douro. Logo no ano da inauguração, em 2003, cerca de 2,4 milhões de pessoas visitaram o Cais de Gaia. No ano seguinte, este foi o primeiro espaço público ao ar livre em Portugal a dispor de uma rede wireless de acesso à Internet. O Cais de Gaia é gerido pela empresa Douro Cais e conta com 28 concessionários, 23 dos quais ligados à restauração. No espaço existe ainda uma praça acústica, onde se realizam frequentes actuações musicais, especialmente nas noites de verão.

Velhas como o VINHO...


Um nocturno das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

Os rabelos e a passagem...


... para a outra margem... serra do Pilar.

9 de junho de 2009

O Lago azul...



Paisagens do Alvão - Portugal
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Os detalhes fazem a perfeição, mas a perfeição não é detalhe.
(Michelangelo Buonarrotti)

Reptil...


Lagarto-comum ou Sardão
(Lacerta lepida)

Libelinha ou libélula.

A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu
ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de
visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h.
O grupo surgiu no
Paleozóico, sendo bastante abundantes no período Carbónico, e conserva até aos dias de hoje as mesmas características gerais. As maiores libelinhas de sempre pertencem ao género Meganeura, floresceu no Pérmico, e podiam atingir envergadura de 70 a 75 cm. Seu tempo de vida pode chegar a 5 anos. No Brasil existem cerca de 1.200 espécies de um total 5.000 existentes no mundo. Predadora de insectos, inclusive o Aedes aegypti e até pequenos peixes. Em um único dia pode consumir outros insectos voadores até 14% do seu próprio peso.
No
Brasil é conhecida pelos nomes: papa-fumo, helicóptero, cavalinho-de-judeu, cavalinho-do-diabo, donzelinha, jacina, jacinta, lava-bunda, lavadeira, odonata, macaquinho-de-bambá, pito, ziguezigue.

6 de junho de 2009

Ufa, mas que calor está aqui.


Marabus africanos
(Leptoptilus crumeniferus)
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O marabu (Leptoptilos crumeniferus) é uma grande cegonha africana, carnívora, de cabeça e pescoço nus. Possui um bico muito forte e uma bolsa pneumática na base do pescoço. É também conhecida pelo nome de cordufal.

Descrição
É uma ave muito grande. Chega a atingir uma altura de 150 cm, um peso superior a 9 kg e uma envergadura de asas de 3,5 m. Partilha com o
condor-dos-andes a distinção de possuir a maior envergadura de asas das aves terrestres (o albatroz-errante alcança os 3,7 m). Ao contrário dos restantes géneros da família, voa com o pescoço retraído, tal como uma garça. Este voo é característico do género Leptoptilos.
O marabu é inconfundível devido ao seu tamanho, cabeça e pescoço pelados, dorso negro e parte inferior branca. Tem um bico enorme, um saco gular rosado, uma gola de penas, e as pernas e asas negras ou cinza escuras. Não existe grande
dimorfismo sexual, mas os jovens são mais acastanhados e possuem um bico menor. A maioridade é atingida aos quatro anos.
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Habitat e distribuição
Habita a
África subsariana, com ocorrência tanto em habitats húmidos ou secos, frequentemente próximo de habitações humanas, frequentando lixeiras.

Comportamento
Desloca-se principalmente caminhando. É gregário e procria em colónias. Na estação seca, quando lhe é mais fácil encontrar alimento, dado que as massas de água diminuem, constrói um ninho numa árvore onde põe dois ou três ovos.
Tal como as outras cegonhas, é muito ruidoso vocalmente e batendo o bico, especialmente durante a corte. Nessa ocasião produz também diversos ruídos com o saco do pescoço.
Para descansar senta-se frequentemente sobre os tarsos, assumindo uma postura bizarra.
Assume frequentemente um comportamento
saprófago, para o qual se prestam as adaptações da cabeça nua e do bico, tal como os abutres em companhia dos quais o marabu frequentemente come. A cabeça sem penas é muito mais fácil de manter limpa.
Esta grande ave come diferentes tipos de animais, tanto vivos como cadáveres, incluindo
mamíferos e répteis. As presas vivas incluem térmitas, peixes, gafanhotos, lagartas, rãs, roedores, ovos e recém-nascidos de crocodilos, ovos de tartaruga, pombos, flamingos, ovos e crias de cormorão e de pelicano, etc.

Tens cá um bico!



Íbis Sagrados
(Threskiornis aethiopicus)
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• Distribuição: Centro e Sul de África.
• Habitat: Muito diversificado, mas geralmente nas zonas húmidas interiores; também ocorre em lagoas e ilhas costeiras, áreas agrícolas, savanas e lixeiras.
• Alimentação: À base de insectos que procuram no chão entre os ramos e as folhas caídas, também frutos e pequenos vertebrados.
• Reprodução: Nidifica em árvores ou arbustos onde constrói largos ninhos de ramos e deposita 2 ou 3 ovos, durante ou logo a seguir à estação das chuvas.
• Tamanho / peso: 65 a 89 cm / 1,5 kg
• Conservação: Não se encontra ameaçada.

Firmes e direitinhas.


Cegonha de Bico Amarelo

(Mycteria ibis)

Nome Científico: Mycteria ibis

Ordem: Ciconiiformes

Envergadura: 5-105 cm.Peso: 2-4,5 kg.

Distribuição: África, a Sul do Sahara, e em Madagáscar.

Habitat: Pântanos, lagos, ou outros reservatórios de água doce.

Alimentação: À base de presas aquáticas, como invertebrados, anfíbios e peixes.

Reprodução: Aves coloniais, iniciam o acasalamento geralmente no final da estação da seca. O ninho é construído entre os ramos das árvores, geralmente acácias, aí depositando até 3 ovos. A incubação demora cerca de 30 dias, após a qual ocorre a eclosão. Ao fim de 55 dias as jovens aves abandonam o ninho. Conservação: É uma espécie ameaçada que consta da lista vermelha da “International Union for the Conservation of Nature” (IUCN) de 2006 e, como tal, encontra-se protegida.Observações: Os adultos são brancos com um longo bico amarelo; os juvenis são acinzentados com bico escuro. Tanto os adultos como os juvenis não têm pêlos na zona da face embora possuam uma cor avermelhada. São observados geralmente em grupos, tendo desenvolvido uma técnica de agitação com um pé de modo a lavar as presas na água ou lama.

Tanta vergonha...


Flamingo pequeno
(Phoeniconaias minor)
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• Distribuição: Sul de África.
• Habitat: Lagos interiores, salgados e alcalinos (à base de saís de soda), bem como lagoas costeiras.
• Alimentação: Essencialmente constituída por algas microscópicas, que os flamingos filtram das águas através de adaptações especiais do seu bico.
• Reprodução: Nidifica em colónias de milhares de indivíduos (por vezes, mesmo com mais de um milhão de aves), onde deposita geralmente um ovo em pequenos ninhos de lama, construídos pouco acima do nível da água do lago, e afastados das margens por causa dos predadores.
• Tamanho / peso: 80 a 90 cm / 1,5 a 2 kg.
• Conservação: Não se encontra ameaçada.

Curiosidades
Os flamingos bombeiam continuamente a água através de movimentos repetidos da língua (20 vezes por segundo), sugando a água carregada de alimento e forçando a passar pelos lados do bico, onde centenas de pequenas lamelas filtram os organismos de que se alimentam. A água dos lagos onde os flamingos pequenos procriam, apresenta várias matizes rosadas e encarnadas, devido às altas concentrações salinas e às microalgas vermelhas que aí proliferam.

Aqui estou mais segura.


Catatua de crista amarela
(Cacatua galerita)
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Nome Cientifico: Cacatua galerita
Ordem: Psittaciformes.
Distribuição: Nova- Guiné, Norte, Leste e Sul da Austrália
Habitat: Zona áridas, campos de cultivo de cereais e frutos.
Alimentação: Sementes, cereais e frutos Postura: 2 ovos
Período de incubação: 28 dias
Observações: Em zonas cultivadas podem formar grandes bandos que prejudicam as culturas. São por isso consideradas uma peste em algumas zonas da Austrália.

Que queres pá?


Arara azul-amarela
(Ara ararauna)
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Nome Científico: Ara araraunaOrdem: Psittaciformes
Distribuição: Colômbia, Bolívia, Equador, Brasil e Paraguai.
Habitat: Florestas das terras baixas e savanas.
Alimentação: Frutos, nozes, castanhas e sementes.
Postura: 2 a 3 ovos.
Período de incubação: 28 dias.
Observações: São as araras mais comuns. A destruição de seu habitat, a caça e o comércio dos seus ninhos podem levar á sua extinção. Vivem em bandos mistos com araras vermelhas.

3 de junho de 2009

2 de junho de 2009

Morte no asfalto...


O Ouriço-cacheiro
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Porquê uma morte tão cruel numa qualquer estrada?
Sem saber o que é uma estrada ou caminho, sem saber se vou passar numa via ou num prado, sou um animal, um bicho simpático, engraçado, inofensivo e lerdo.
Tenham mais cuidado nas estradas, se poderem evitar o atropelamento destes bichinhos agradecemos...
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Nome Científico: Erinaceus europaeus
Comprimento: 22,5 a 27,5cm
Cauda: 2 cm
Peso: 400 a 1200 g
Longevidade: 5 anos
Distribuição: Espécie selvagem presente em Portugal.
Estatuto: Não ameaçada
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O ouriço-cacheiro é maior insectívoro da nossa fauna, com um comprimento do corpo entre 18 e 20 cm e cerca de 1 kg de peso máximo, sendo o valor mais habitual os 700 g.
É facilmente identificado por ter o dorso coberto de espinhos longos e aguçados, de cor acastanhada e com bandas escuras nas extremidades. A cauda é muito pequena, as orelhas são igualmente pequenas e a cabeça encontra-se bem destacada do corpo.
A cabeça e a superfície ventral são densamente cobertas de pêlos. Tem um sentido de visão pouco desenvolvido, ao contrário da audição e do olfacto. Quanto sente perigo enrosca-se, expondo os espinhos como armas de defesa. Hiberna entre Novembro e Março.
É um animal solitário e territorial, de hábitos essencialmente nocturnos, podendo ser observado nas últimas horas do dia e ao amanhecer.
Alimenta-se sobretudo de invertebrados que encontra no solo - minhocas, escaravelhos, lagartas, aranhas e lesmas - embora também por vezes consuma ovos e pequenos vertebrados - sapos, lagartos, crias de roedores e de aves. Também come peixe, até porque é um excelente nadador. Consome cerca de 70 g de alimentos por noite.
A época da reprodução verifica-se de Abril a Agosto, tendo a gestação uma duração de 12 a 13 semanas. Cada ninhada é composta por 4 a 6 crias.
Tem uma longevidade máxima de 7 a 10 anos, vivendo em média 3.
As principais causas de mortalidade são a fome durante a hibernação e a predação por parte de raposas, texugos ou mesmo cães.
Os atropelamentos na estrada constituem também um importante factor de mortalidade desta espécie.

Libelinha - libélula

A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu
ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de
visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h.
O grupo surgiu no
Paleozóico, sendo bastante abundantes no período Carbónico, e conserva até aos dias de hoje as mesmas características gerais. As maiores libelinhas de sempre pertencem ao género Meganeura, floresceu no Pérmico, e podiam atingir envergadura de 70 a 75 cm. Seu tempo de vida pode chegar a 5 anos. No Brasil existem cerca de 1.200 espécies de um total 5.000 existentes no mundo. Predadora de insectos, inclusive o Aedes aegypti e até pequenos peixes. Em um único dia pode consumir outros insectos voadores até 14% do seu próprio peso.
No
Brasil é conhecida pelos nomes: papa-fumo, helicóptero, cavalinho-de-judeu, cavalinho-do-diabo, donzelinha, jacina, jacinta, lava-bunda, lavadeira, odonata, macaquinho-de-bambá, pito, ziguezigue.
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Origem: Wikipédia
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