“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”

11 de agosto de 2008

Campanário.


Campanário é uma torre de uma igreja onde se situa o sino.

Borboleta.


Reino: Animália
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera Super
Família: Hesperioidea e Papilionoidea

As borboletas são insetos com dois pares de asas com membranas cobertas com escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Vive melhor em regiões tropicais pelo clima quente e alimento abundante. Diferem das traças pelas antenas e pelo hábito diurno. Existem aproximadamente 200 mil espécies de borboletas, mas somente 120 mil estão registradas. As borboletas são fecundadas pelo macho após deixarem a crisálida. A fêmea procura uma planta para colocar seus ovos, em alguns dias os ovos eclodem e saem lagartas que comem a casca dos ovos e a partir daí começam a comer folhas e não fazem outra coisa senão comer. A próxima etapa da metamorfose das borboletas é chamada pupa. Na crisálida, a lagarta se transforma em borboleta lentamente. Quando o processo de transformação termina, a crisálida se abre e a borboleta sai. Quando sua asa estica e fica seca, a borboleta está pronta para voar. As borboletas se alimentam de vegetais e néctar. Pesam cerca de 0,3 gramas sendo que a maior pode pesar 3 gramas. Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As borboletas vivem em média duas semanas.

Fungos no tronco de uma árvore.




Os fungos (Fungi) são um vasto grupo de organismos classificados como um reino denominado Fungi, pertencente ao Domínio Eukaryota. Estão incluídos neste grupo organismos de dimensões consideráveis, como os cogumelos, mas também muitas formas microscópicas, como bolores e leveduras. Foram já descritas umas 70.000 espécies, mas talvez existam até 1,5 milhões de espécies, sendo que a maioria ainda está a ser identificada e descrita pelos micologistas (Hawksworth, 1991; Hawksworth et al., 1995). O Reino Fungi sofreu mudanças substanciais no arranjo dos vários filos nas últimas décadas, especialmente a partir do momento em que técnicas para comparar características bioquímicas (tais como RNA ribossômico e DNA) se foram tornando mais sofisticadas. A filogenia apresentada aqui segue a de Bruns et al. (1991, 1993) para os Eumycota (fungos verdadeiros) e reconhece quatro divisões: os Chytridiomycota, Zygomycota, Ascomycota e Basidiomycota.
Os fungos ocorrem em todos os ambientes do planeta e incluem importantes
decompositores e parasitas. Fungos parasitas infectam animais, incluindo humanos, outros mamíferos, pássaros e insectos, com resultados variando de uma suave comichão à morte. Outros fungos parasitas infectam plantas, causando doenças como o apodrecimento de troncos e aumentando o risco de queda das árvores. A grande maioria das plantas vasculares têm associações simbióticas com fungos, a nível da raiz, ao que se dá o nome de micorrizas. Esta associação ajuda as raízes na absorção de água e nutrientes.
Alguns fungos, tais como:
Shiitake, Porto Bello, Champignon, shimeji, Maitake e Mexican Corn Smut, são utilizados como alimento; outros são extremamente venenosos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

10 de agosto de 2008

Cinfães - Portugal






Rio Bestança
O Bestança é um rio português do concelho de Cinfães que nasce a 1229 metros de altitude em plena Serra de Montemuro. Tem uma extensão de cerca de 13,5 quilómetros indo desaguar no Douro entre as freguesias de Oliveira do Douro e Cinfães.

Abrigo do cantoneiro.


Local onde os cantoneiros se abrigavam do mau tempo.
Este abrigo está na EN-222, entre S. João da Pesqueira e Vila Nova de Fóz Côa, no alto da Srª do Viso.

Tarouca - Portugal


Ponte e Torre de Ucanha
A Torre de Ucanha localiza-se na freguesia de Ucanha, concelho de Tarouca, distrito de Viseu, em Portugal. Está classificada pelo IPPAR como Monumento Nacional desde 1910 [1].
O erudito
José Leite de Vasconcelos, nascido em Ucanha, aponta essencialmente três razões para a construção da ponte e da torre de Ucanha, lançadas sobre o rio Varosa, perto de Tarouca e a poucos quilómetros de Lamego: a de defesa, à entrada do couto monástico de Salzedas; a de ostentação senhorial, bem patente na alta torre; e a da cobrança fiscal, pelo valor económico que tal representaria para o mosteiro cisterciense erguido próximo.

6 de agosto de 2008

Coimbra - Portugal





Sé Velha de Coimbra
Interiores da Sé
O interior do templo mantém a sua feição original, mas enriquecido por algumas campanhas decorativas importantes. Nas naves e braços do transepto conservam-se arcossólios com os túmulos medievais de D. Tibúrcio, bispo da diocese na primeira metade do século XIII, o de D. Egas Fafe, e, especialmente, o de D. Vataça, aia da rainha Santa Isabel. Especial destaque merecem também os retábulos da capela-mor (realizado por Olivier de Gand e Jean d'Ypres, entre 1498 e 1502, seguindo um modelo hispano-flamengo), e o da Capela do Santíssimo num dos absidíolos, assim como a pia baptismal que procede da antiga igreja de S. João da Almedina, e atribuída a Diogo Pires-o-Moço.

Coimbra - Portugal






Sé Velha de Coimbra
A Sé Velha de Coimbra é o um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal. A construção da Sé começou em algum momento depois da Batalha de Ourique (1139), quando Afonso Henriques declarou-se rei de Portugal e escolheu Coimbra como capital do reino. Na Sé está sepultado D. Sesnando, Conde de Coimbra. Atribui-se o projeto da Sé românica a mestre Roberto, de possível origem francesa, que dirigia a construção da Sé de Lisboa na mesma época e visitava Coimbra periodicamente. A direcção das obras ficou a cargo de mestre Bernardo, também possivelmente francês, substituído por mestre Soeiro, um arquitecto que trabalhou depois em outras igrejas na diocese do Porto. A Sé Velha de Coimbra é a única das catedrais portuguesas românicas da época da Reconquista a ter sobrevivido relativamente intacta até os nossos dias. A Sé Velha e, em menor grau, as Igrejas de Santiago e São Salvador, são expoentes da fase alfonsina do românico coimbrão. Vista do exterior, a Sé Velha lembra um pequeno castelo, com muros altos coroados de ameias e com poucas e estreitas janelas. A aparência de fortaleza é comum às catedrais da época e explica-se pelo clima bélico da Reconquista. O aspecto mais notável da decoração românica da Sé Velha é o grande número de capitéis esculpidos (cerca de 380), que a converte em um dos principais núcleos da escultura românica portuguesa. Os motivos são entrelaços geométricos e vegetalistas de influência árabe ou pré-românica, assim como quadrúpedes e aves enfrentadas. Praticamente não há representações humanas, e não há nenhuma cena bíblica. A ausência de figuras humanas é, talvez, consequência de os artistas serem moçárabes (cristãos arabizados) que se haviam estabelecido em Coimbra no século XII. No século XIX todo o edifício foi objecto de uma campanha restauradora que visou devolver-lhe a pureza medieval original, objectivo depois continuado na primeira metade do século XX.

Coimbra - Portugal


Casa onde viveu José Afonso

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por José Afonso[1] ou Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português.
Não obstante o seu trabalho com o
fado de Coimbra e a música tradicional, vulgo folk português, José Afonso ficou indelevelmente associado pelo imaginário coletivo à música de intervenção, através da qual criticava o Estado Novo, regime de ditadura vigente em Portugal entre 1933 e 1974.

Coimbra - Portugal

Arco de Almedina




Rua Fernandes Tomás

4 de agosto de 2008

Rio Mondego - Portugal





Rio Mondego

O rio Mondego nasce na serra da Estrela, concelho de Gouveia a 1525 m de altitude; à sua nascente chama-se Mondeguinho porque quando nasce é um pequeno fio de água.
Para que o Mondego se transforme no maior que nasce em
Portugal precisa das águas dos seus afluentes, na margem direita tem o Dão e na esquerda o Alva, o Ceira e o Arunca.
Entre a
nascente e a foz, as águas do Mondego percorrem cerca de 258 quilómetros. As suas margens, entre Coimbra e a Figueira da Foz, são os terrenos mais férteis de Portugal. É nestas terras que se produz mais arroz por hectare, em toda a Europa.
Os
romanos chamavam Munda ao rio Mondego. Munda significa transparência, claridade e pureza. Nesses tempos as suas águas eram assim. Ao longo da Idade Média o rio continuou a chamar-se Munda.
Outrora, o leito do rio Mondego era bem mais fundo. Calcula-se que nos últimos seiscentos anos terá subido cerca de um centímetro por ano, ou seja um metro em cada século.
Antigamente, o rio Mondego era navegável. Os barcos (denominados 'barcas serranas') que vinham do
Oceano Atlântico iam até Coimbra e os mais pequenos chegavam a ir mesmo até Penacova. No Parque Verde do Mondego e em Lisboa, no Museu de Marinha, encostado ao Planetário de Lisboa próximo do Mosteiro dos Jerónimos, está exposto um barco bastante comprido que navegava entre Coimbra e Penacova. Este barco servia para as mulheres de Penacova virem a Coimbra buscar roupa suja e depois a trazerem lavada e passada a ferro. É o maior rio de Portugal.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Barca Serrana do Rio Mondego - Portugal





Barca Serrana



O Rio Mondego foi no passado uma via fluvial muito importante, desempenhando um papel de relevo no comércio da região. Penacova estava integrada no percurso fluvial, com vários portos, sendo a Raiva o mais importante centro de embarque e desembarque de produtos.
A vida de muitos habitantes da região, sobretudo das povoações ribeirinhas, estava intimamente ligada ao rio. Como afirmou António Luís de Sousa Henriques Seco, nas “Memórias Histórico-chorográphica do distrito de Coimbra”, “A indústria principal do concelho é a navegação do Mondego a que se entrega grande parte dos seus naturaes, conduzindo do centro da província para a Figueira da Foz ou d’esta para aquella particularmente estes géneros: sal, vinho azeite alem d’outros effeitos”.
A barca serrana era o meio de transporte destas mercadorias e pessoas, entre Penacova, Coimbra e Figueira da Foz.
Esta barca terá sido inspirada em modelos da Mesopotânia, e é da família dos barcos da ria de Aveiro.
O nome “serrana” deve-se ao facto de ir da serra carregada de lenha, carqueja e ramalheira, que era vendida ao cento para os fornos das padarias. Para além destes produtos, eram levados para Coimbra e Figueira da Foz: vinho, milho, azeite, carvão vegetal, telha e cal. Na volta vinha carregada de sal, peixe, arroz e louça.

3 de agosto de 2008

Um Rancho Folclórico do Minho - Portugal






Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes, lendas, tradições e festas populares transmitidos por imitação e via oral de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios e canções.

Granja do Tedo - Tabuaço - Portugal


Granja do Tedo

Granja do Tedo é a mais singular povoação de Tabuaço pela soma de lendas e de traços históricos que guarda.É constituída por dois povos: o Povo de Baixo, mais antigo e o Povo de Cima.O Rio Tedo faz a separação entre os dois povos. Uma velha ponte de teor românico, do séc. XVII, une as duas margens.
O Povo de Baixo oferece, a quem olha do alto, durante as horas do sol, uma deslumbrante lição de organização urbana habilmente desenvolvida à volta da Igreja Matriz entre o rio e a montanha.A Igreja Matriz construída entre 1621 e 1623, apresenta uma ampla nave da qual se sobe para a capela-mor por uma escadaria de nove degrausNo Povo de Cima fica o Pelourinho, no largo da Praça, testemunho de elevação a Vila desta povoação que um dia foi de El-Rei.Para além das várias capelas cheias de antigas histórias, existentes neste local, podemos ainda encontrar um belíssimo solar setecentista.Nesta bela freguesia, podemos ainda encontrar uma arte já esquecida por muitos: a cestaria em verga, que entrou em declínio com o aparecimento do plástico.Uma importante tradição desta população é a Procissão de Sexta-Feira Santa que percorre os caminhos da aldeia “alumiados” com milhares de candeias de Azeite. Existem duas lendas muito conhecidas nesta Freguesia, a Cisma da Granja do Tedo e lenda de D.Tedon, esta última contada através de belos azulejos existentes no Jardim histórico desta freguesia.

31 de julho de 2008

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