“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”

11 de março de 2009

Enquadramentos...


Um simples enquadramento de um barco Rabelo no Rio Douro com vista para a cidade do Peso da Régua.

Grafismos do DOURO...


Jardins suspensos em socalcos da mais antiga região demarcada do Mundo, a região vinhateira do Douro, classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade.

O Vôo da Águia...


Sou Águia Motivada
Com garra e paixão
Amando e vencendo
Conquistando Multidões

Sou Águia eu Sou
Vou ganhar almas
Eu Vou
E ninguém vai me segurar
Porque eu sou Águia

Águia com propósito
Águia com Visão
Amando e vencendo
Conquistando Multidões

Sou mais que vencedora
Sou muito mais que torcedora
Como Águia vou ganhar essa geração...
Porque a minha
Missão vale mais
Do que a minha própria Vida!!!!!

8 de março de 2009

O rebento...



O inicio de mais uma vida...

Rio Cabrum - Portugal


O Rio Cabrum é um rio português que nasce na Serra de Montemuro, mais propriamente próximo da Gralheira e, desagua no Rio Douro, dividindo as freguesias, de Miomães do concelho de Resende, da freguesia de Oliveira do Douro do Concelho de Cinfães.

Rio Paiva - Castro Daire - Portugal


Castro Daire - Ponte Pedrinha

Na descida até à Ponte Pedrinha, podemos apreciar os viveiros de trutas do nosso lado esquerdo, assim como o rio Paivó, que corre bem fundo no vale ate se encontrar com o Paiva. Ao quilómetro 8.5, voltar à direita para a EN 228. Logo a seguir, parar junto da fonte, datada de 1879, e apreciar a Ponte Pedrinha e o Paiva.
A actual Ponte Pedrinha, feita na 2ª metade do século XIX, veio substituir uma outra que existia anteriormente, construída pelos Romanos, permitindo a ligação de Lamego a Viseu, vencendo a barreira que o rio Paiva representava. Recentemente foi descoberta uma pedra que afirma que a ponte foi construída durante o governo do imperador romano de Caio Júlio Casear.
Após admirar esta magnífica construção que continua a resistir ao tempo e ao tráfego, retomamos o caminho pela EN 228, durante 700 m. Aí cortar à direita, para EN 558, em direcção a Reriz.Até chegar a Reriz aproveitemos para apreciar as densas matas de pinhal que enchem a encosta esquerda do vale do Paiva, tão densas que só ás vezes nos deixam espreitar para o rio que corre bem no fundo

7 de março de 2009

Portões de outrora...

A Cancela


“Cancela de volta
que eu tanto cruzei
e marcas deixei
de antigas cruzadas,
cortando os caminhos
que levam ao nada,
meus sonhos sozinhos
me acenam da estrada...

”Trecho de “Cancela de volta”, de Caeco Batista e Mano Lima Pavão

Vale da Vilariça.


Entre rochas
aliso vontades
na superficialidade imposta
pela anatomia geográfica.

6 de março de 2009

As cepas estão nuas...


Os olhos da vide choram
lágrimas, de seis a seis:
também os meus olhos choram…
a causa, bem na sabeis!

A velha casa...


Sobre a velha casa

"Quem disse que eu me mudei?
Não importa que atenham demolido:
A gente continua morandona velha casa em que nasceu"
Mário Quintana

O velho casario...

O Caminho


"CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO,
O CAMINHO É FEITO AO ANDAR.
AO ANDAR SE FAZ O CAMINHO
E AO OLHAR PARA TRAZ,
SE VÊ A SENDA QUE NUNCA
SE VAI VOLTAR A TRILHAR.
CAMINHANTE NÃO HÁ CAMINHO,
SOMENTE RASTROS NO MAR"

Antonio Machado

Igreja de S. Salvador - Carrazeda de Ansiães - Portugal

Igreja de S. Salvador - Carrazeda de Ansiães - Portugal


Monumento Nacional pelo Decreto 14 985, DG 28, de 03/02/1928 - Intra-muros.
A igreja de S. Salvador constitui "uma verdadeira jóia" da arquitectura românica.Constitui-se por dois corpos: nave e capela-mor. Mas a sua originalidade reside fundamentalmente no tímpano "Pentocrator" do portal principal cuja iconografia de "cristo em majestade", constitui o mais complexo exemplar do românico português.O portal é constituído por quatro arquivoltas plenas, assentes em oito capitéis com decoração zoomórfica e antropomórfica, que enquadram o tímpano de figuração mais canónica de todo o românico nacional: apresenta-nos o Cristo em Majestade, rodeado pelo tetramorfo, representado com alguma liberdade mas com os símbolos dos evangelistas nas posições hierarquicamente correctas: o anjo de S. Mateus (à direita) e a águia de S. João , acima, respectivamente, do touro de S. Lucas e do leão de S. Marcos, ambos alados. No seu conjunto seguram a mandorla mística, dentro da qual Cristo se encontra entronizado, na convencional posição de bênção, mão direita erguida com os dedos indicador e médio esticados, enquanto a mão esquerda segura o Livro Sagrado. Rodeando o tímpano, na segunda arquivolta do portal, estão representados os apóstolos, embora de forma incompleta, pois apenas se encontram nove, dois dois quais facilmente identificáveis pelos seus atributos: S. Pedro e S. Paulo. Mais problemática é a identificação das duas personagens em ambos os lados do arranque desta arquivolta: do lado esquerdo teremos talvez Judas, carregando ao colo o demónio, o preço da sua traição a Cristo; do lado oposto aparece-nos um ancião, numa escala superior a todas as outras figuras, e transportando um livro de formato quadrado. Será talvez Moisés, e o "livro", as Tábuas da Lei.Esta arquivolta delimitaria assim um percurso simbólico, que vai desde o percursor dos Mandamentos ao percursor da Paixão de Cristo, que não é mais que o primeiro passo para a salvação da humanidade.Na nave do templo rasgam-se duas portas laterais, revelando-se a voltada a Norte de uma fraca exuberância decorativa. Aqui o único elemento digno de realce é a cruz vazada que se abre no seu tímpano. O mesmo não acontece com a porta virada a Sul, estilisticamente mais rica. São de realçar o arco cairelado e os seus capiteis e impostas cujo recurso a uma decoração de cariz marcadamente geometrizante denunciam influências do românico de Entre Douro e Minho.No interior, o arco triunfal que divide a capela-mor do corpo principal do edifício revela-se igualmente enriquecido com uma decoração que faz fundamentalmente recurso a motivos decorativos geométricos, evidenciando algumas influências do românico da Sé de Braga.Pelas características decorativas e tendências iconográficas patentes na igreja de S. Salvador de Ansiães, tem-se cronologicamente situado a sua edificação por volta do séc. XII. Tais paralelismos analíticos permitem constatar que existem algumas afinidades entre este templo e o templo de S. Pedro de Rates ou Travanca, por exemplo. No entanto, no caso de S. Salvador, quer o seu tímpano, quer o conjunto decorativo que constitui o seu portal ocidental, não apresentam quaisquer afinidades ou paralelos temáticos no panorama do românico português , tratando-se assim de um conjunto único, cuja beleza a transformam numa verdadeira jóia da arquitectura medieval portuguesa.Em 1431 encontrava-se arruinada, mas em 1447 procedeu-se à sua reconstrução e, embora o gótico fosse então o estilo dominante, foi com as primitivas formas que foi reedificada. Com o declínio e abandono da vila de Ansiães, a igreja foi igualmente abandonada e ficou em ruínas. Entretanto restaurada, constitui um dos principais motivos de interesse do concelho de Carrazeda de Ansiães.

3 de março de 2009

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