
É uma edificação gótica do início do séc. XIV. A sua construção deve-se a D. Pedro, 3º conde de Barcelos, e estaria concluída em 1328, tendo reforçado o papel de pólo comercial e de prestigiado local de passagem que Barcelos já tinha.







PAÇOS DOS CONDES DE BARCELOS
É um castelo apalaçado característico dos fins da Idade Média, construído na primeira metade do séc. XV, por D. Afonso, 8º Conde de Barcelos, 1º duque de Bragança. As suas 4 chaminés com altos canudos simbolizavam a casa mais rica de Barcelos.
Faltam às ruínas de hoje algumas partes importantes deste castelo apalaçado, tais como a torre que se prolongava sobre a entrada da ponte e 3 das 4 chaminés com canudos altos.
A sua ruína ter-se-á iniciado a partir do séc. XVIII.
Instalado neste espaço, o Museu Arqueológico de Barcelos foi criado oficialmente em 1920. Já antes desta data se utilizava a área das ruínas do Paço dos Condes para guardar peças lícitas de cariz arqueológico que eram encontradas por todo o concelho, de épocas muito distintas, fruto de achados ocasionais ou provenientes do desmantelamento de monumentos arquitectónicos. Do seu espólio destaca-se ainda o Cruzeiro do Galo, ex-libris de Barcelos.
Cais de Gaia
A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de corpos de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.



Cegonha de Bico Amarelo
(Mycteria ibis)
Nome Científico: Mycteria ibis
Ordem: Ciconiiformes
Envergadura: 5-105 cm.Peso: 2-4,5 kg.
Distribuição: África, a Sul do Sahara, e em Madagáscar.
Habitat: Pântanos, lagos, ou outros reservatórios de água doce.
Alimentação: À base de presas aquáticas, como invertebrados, anfíbios e peixes.
Reprodução: Aves coloniais, iniciam o acasalamento geralmente no final da estação da seca. O ninho é construído entre os ramos das árvores, geralmente acácias, aí depositando até 3 ovos. A incubação demora cerca de 30 dias, após a qual ocorre a eclosão. Ao fim de 55 dias as jovens aves abandonam o ninho. Conservação: É uma espécie ameaçada que consta da lista vermelha da “International Union for the Conservation of Nature” (IUCN) de 2006 e, como tal, encontra-se protegida.Observações: Os adultos são brancos com um longo bico amarelo; os juvenis são acinzentados com bico escuro. Tanto os adultos como os juvenis não têm pêlos na zona da face embora possuam uma cor avermelhada. São observados geralmente em grupos, tendo desenvolvido uma técnica de agitação com um pé de modo a lavar as presas na água ou lama.
