“A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são.”

15 de maio de 2008

Gamo - Cervus dama


Gamo
Cervus dama


Classificação

Classe: Mammalia

Ordem: Artiodactyla

Família: Cervidae


Habitat

Esta espécie é originária dos bosques, florestas e matas da Europa, alimentando-se de ervas, folhas e galhos. A sua beleza e docilidade levou a que fosse semi-domesticada, estando presente em inúmeros parques públicos e privados de todos os continentes.


Caracterização

Muito esquivo, o gamo encontra-se por vezes em clareiras, onde põe à prova o seu bom olfacto e audição, bem como a sua excelente visão.A pelagem de Verão é acastanhada com suaves pintas claras, sendo a de Inverno acinzentada e homogénea. Apenas os machos possuem hastes, largas e espalmadas, arredondadas na base e apresentando várias pontas na parte superior. No início do seu crescimento as hastes são cobertas por um tecido («veludo») muito vascularizado que alimenta o seu rápido crescimento. Uma lesão neste tecido implica o aparecimento de uma deformação permanente na haste que, de ano para ano, ganha uma nova ponta, o que permite calcular a idade dos machos. As hastes caem naturalmente por volta do mês de Março para voltar a crescer no Verão, atingindo o tamanho máximo em Setembro/Outubro, aquando da época de reprodução, época em que os machos se confrontam. As crias (geralmente uma por fêmea) nascem em meados de Junho após sete meses de gestação; são amamentadas durante nove a doze meses e atingem a maturidade sexual com cerca de um ano e meio.


Curiosidades

Em muitos países, o gamo é mantido em cativeiro para aproveitamento da sua carne e, em alguns casos, do veludo das hastes.

Coatis de cauda anelada - Nasua nasua


Coatis de cauda anelada
Nasua nasua


• Distribuição: América do Sul, Perú, Brasil, Panamá, México. • Habitat: Muito variado, desde as florestas tropicais às pradarias de erva, desde o nível do mar à alta montanha• Alimentação: À base de insectos que procuram no chão entre os ramos e as folhas caídas, também frutos e pequenos vertebrados.• Reprodução – Os coatis dão à luz ninhadas de 1 a 6 crias num ninho construído num tronco duma árvore, entre Outubro e Fevereiro.• Período de gestação: 2 meses e meio.• Envergadura / peso: 40-60 cm (+45-65 cm de cauda) / 5kg (M) e 4Kg (F)• Conservação – Não se encontra ameaçado

Gnus

Gnu Azul
Connochaetes taurinus

Classificação
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Sub-família: Alcelaphinae

Habitat
As vastas planícies (savana, pradaria) semeadas por algumas árvores e arbustos que se encontram no Sul e Leste de África, na Tanzânia, na Zâmbia e no Quénia são os locais onde podemos encontrar esta espécie consumindo as folhas, caules, raízes e tubérculos da vegetação rasteira.

Caracterização
Este antílope é também designado boi-cavalo, um nome que terá origem no seu mugir característico: «nhum..nhum...». A cabeça do gnu, grande e de focinho comprido, é inconfundível. Os chifres, que existem em ambos os sexos, podem atingir os 0,8 m de comprimento. A sua pelagem pode variar entre o cinzento e o castanho-escuro, sendo os machos mais escuros do que as fêmeas. O gnu azul tem uma crina negra que percorre a parte superior e inferior do pescoço.
Gregária, esta espécie que geralmente forma grupos de cerca de trinta animais, protagoniza grandes migrações que envolvem milhares de indivíduos na busca de água e pastagens frescas. A época de reprodução ocorre no final da estação das chuvas, quando os animais estão em boa forma. Cada macho, mesmo em migração, defende um território no qual pode manter entre duas a cento e cinquenta fêmeas e crias. Após um período de gestação de cerca de nove meses, a cria nasce no princípio ou um mês antes da estação das chuvas. Seis minutos após o parto, aguenta-se de pé, começa a mamar e está pronta para acompanhar a manada, embora seja extremamente vulnerável aos ataques de leões, hienas e outros predadores. Se lhes conseguir escapar, o gnu azul pode viver até vinte anos.

Curiosidades
O nome científico da espécie – Connochaetes taurinus – tem na sua origem konnos (Grego), que significa «barba»; khaite (Grego), que significa «cabelo/pêlo esvoaçante» e taurinus (Latim), que significa «como um touro».
Gnu de Cauda Branca
Connochaetes gnou



Classificação
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Sub-família: Alcelaphinae

Habitat
As vastas planícies (savana, pradaria) semeadas por algumas árvores e arbustos que se encontram no Sul e Leste de África, na Tanzânia, na Zâmbia e no Quénia são os locais onde podemos encontrar esta espécie consumindo as folhas, caules, raízes e tubérculos da vegetação rasteira.

Caracterização
Este antílope é também designado boi-cavalo, um nome que terá origem no seu mugir característico: «nhum..nhum...». A cabeça do gnu, grande e de focinho comprido, é inconfundível. Os chifres, que existem em ambos os sexos, podem atingir os 0,8 m de comprimento. A sua pelagem pode variar entre o cinzento e o castanho-escuro, sendo os machos mais escuros do que as fêmeas. O gnu azul tem uma crina negra que percorre a parte superior e inferior do pescoço. Gregária, esta espécie que geralmente forma grupos de cerca de trinta animais, protagoniza grandes migrações que envolvem milhares de indivíduos na busca de água e pastagens frescas. A época de reprodução ocorre no final da estação das chuvas, quando os animais estão em boa forma. Cada macho, mesmo em migração, defende um território no qual pode manter entre duas a cento e cinquenta fêmeas e crias. Após um período de gestação de cerca de nove meses, a cria nasce no princípio ou um mês antes da estação das chuvas. Seis minutos após o parto, aguenta-se de pé, começa a mamar e está pronta para acompanhar a manada, embora seja extremamente vulnerável aos ataques de leões, hienas e outros predadores. Se lhes conseguir escapar, o gnu azul pode viver até vinte anos.

Curiosidades
Estes animais estão classificados como de baixo risco de extinção (IUCN, 1996).Este estranho antílope foi visto pelos primeiros europeus como pestes que invadiam as culturas agrícolas e, depois de mortos, as suas caudas eram usadas para afastar as moscas.

14 de maio de 2008

Girafa - Giraffa camelopardalis


Classificação

Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Giraffidae

Habitat
A girafa percorre as savanas e bosques abertos, desde o sul do Sahara ao sul do continente africano, alimentando-se de folhas, rebentos e frutos de acácias.

Caracterização
Existe apenas uma espécie de girafa, sendo reconhecidas nove subespécies, que se distinguem pelo padrão da pelagem – que varia com a localização geográfica do território – e pelo número de chifres (enquanto numa só existem dois, outras apresentam um terceiro chifre no meio da fronte e outras podem apresentar cinco), presentes em ambos os sexos. Os chifres começam por ser constituídos por cartilagem, tornam-se depois ósseos a partir da ponta; são cobertos por pele. O seu alimento preferido, por serem ricas em água, são as muito espinhosas folhas das acácias, uma dieta que lhes permite aguentar mais de um mês sem beber, o que implica que, geralmente, não façam migrações durante a estação seca. No entanto, esta dieta é pobre em sais minerais, que a girafa obtém comendo pintos e ovos que, literalmente, lhe aparecem à frente, e mordiscando ossos de carcaças abandonadas.
A girafa é o mamífero mais alto que existe, podendo alguns exemplares atingir os 6 m de altura e os 1200 kg de peso. A sua silhueta de dorso inclinado e patas anteriores mais altas (até 1,80 m) é inconfundível e os seus grandes olhos e orelhas são dos traços mais característicos da espécie.Pacífica e não territorial, a girafa vive em grupos instáveis (entre quatro e trinta animais). Apesar de praticamente não ter predadores fica mais vulnerável quando bebe água, quando é jovem ou quando está doente. No entanto, as suas fortes patas podem desferir coices capazes de matar um leão.As crias, cujo peso à nascença pode chegar aos 100 kg, caem de 2 m de altura quando nascem, pois a progenitora não se deita aquando do parto, que acontece após um período de gestação de quinze meses. Uma hora após o parto a cria já está de pé e começa a mamar. Após ultrapassar o crítico primeiro ano de vida, a girafa pode viver até aos vinte e oito anos.


Curiosidades
Devido ao seu grande tamanho, os vasos sanguíneos do pescoço da girafa (que tem sete vértebras, como o dos restantes mamíferos) possuem válvulas que impedem o sangue de se acumular no crânio, provocando danos cerebrais, quando esta baixa a cabeça.Por volta do ano 1500 a.C., já os Egípcios já tinham girafas em cativeiro. Este povo acreditava que a girafa descendia do cruzamento entre uma fêmea de camelo e um macho leopardo («camelopardo»), daí a proveniência do seu nome científico camelopardalis.

Marabus africanos - Leptoptilus crumeniferus


Avestruz - Struthio camelus


Classificação


Classe: Aves
Ordem: Struthioniformes
Família: Struthionidae

Habitat
Esta espécie relativamente comum no seu habitat, vive no Leste e no Sul do continente africano, habitando zonas secas e semi-desérticas, de savana e deserto.

Caracterização
A avestruz é a maior ave do mundo, podendo atingir 2,5 metros de altura e pesar cerca de 160 kg. Demasiado pesada para voar, esta ave de pescoço nu é uma excelente corredora, que consegue deslocar-se a 70 km/hora durante meia hora. É também a única ave que possui dois dedos em cada pata, um dos quais possui uma garra afiada utilizada para defesa/ataque. Machos e fêmeas apresentam plumagem diferente: maioritariamente cinzenta nas fêmeas e preta e branca nos machos. Esta ave tem audição e visão muito apuradas. A avestruz é omnívora: a sua dieta é composta por sementes, folhas, ervas e, ocasionalmente, insectos e pequenos invertebrados.Cada ovo de avestruz equivale, em peso, a duas dúzias de ovos de galinha, podendo pesar 1,5 kg e medir 16 cm no seu lado maior. As avestruzes vivem em grupos constituídos por machos e fêmeas. Aquando do acasalamento, o macho protagoniza uma parada nupcial para atrair o maior número de fêmeas que conseguir (geralmente três ou quatro). A «coreografia» inclui a flexão das patas, acompanhada pelo agitar das longas penas brancas das asas, acompanhado por movimentos rítmicos do pescoço. A fêmea escolhe o que considera ser o melhor macho com base na actuação e no ninho (uma depressão cavada no solo) por ele feito. Neste ninho são depositados os ovos de todas as fêmeas que escolheram o macho em questão. A incubação dos ovos (até várias dezenas) dura quarenta dias e fica a cargo do macho (durante a noite) e das fêmeas (durante o dia).

Curiosidades
Se está a pensar em ter uma avestruz no seu quintal, pense a longo prazo: estas aves podem viver entre trinta a sessenta anos. No papo das avestruzes encontramos pequenas pedras, destinadas a facilitar a digestão dos alimentos, macerando-os.Os antigos Egípcios criavam avestruzes devido ao seu interesse nos ovos (cada um dos quais leva cerca de duas horas a cozer). Também as suas penas são utilizadas há muito tempo (cerca de cinco mil anos) como adorno.

Animais Selvagens - Vários



13 de maio de 2008

Pardal-comum - Passer domesticus



O pardal é a mais familiar das aves, encontrando-se em todos os locais habitados por pessoas, no campo ou na cidade. Apresenta dismorfismo sexual, tendo o macho tons castanhos mais escuros e a fêmea uma lista supraciliar clara. O macho distingue-se ainda da fêmea por uma coroa cor de chocolate e um bibe preto que se alarga pelo peito. Costuma formar grandes bandos, que podem atingir as 500 unidades. Mede entre 14 e 15 cm e alimenta-se de restos de comida, de sementes e de insectos. Reproduz-se em fendas de edifícios ou em buracos de árvores. Põe 3 a 5 ovos cinzentos manchados, que são incubados sobretudo pela fêmea, durante 11/14 dias.

Portalegre - Alto Alentejo - Portugal






Cidade de Portalegre


Portalegre é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Portalegre, na região do Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 15 800 habitantes.É sede de um município com 446,24 km² de área e 25 980 habitantes (2001), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Castelo de Vide, a nordeste por Marvão, a leste pela Espanha, a sul por Arronches e Monforte e a oeste pelo Crato.HistóriaA fundação de Portalegre remonta ao séc XII a.c. por Lísias, filho do Deus Baco, que ali repousou trazendo consigo gente que vinha na sua companhia. Edificou um forte, que serve de Igreja de São Cristóvão, dedicado a sua filha Maia, aquela que iria dar o nome àquela povoação. Maia arruinou-se e D. Afonso III procede à sua reconstrução, elevando-a à categoria de vila em 1259. Em 1290, D. Dinis fortifica Portalegre e edifica o seu castelo com 12 torres e 7 portas (8, segundo alguns historiadores).D. João III, em 1550 eleva Portalegre a cidade, no dia 23 de Maio. Nesse mesmo ano, cria a diocese portalegrensePortalegre torna-se capital do distrito com o seu nome em 1835, aquando da formação dos distritos no dia 18 de Julho. A ela, ficam associados 15 concelhos: Alter do Chão, Arronches , Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.GeografiaPortalegre é a ligação entre o Alentejo seco e as Beiras. Aqui não existe uma orografia estanque, existe sim, um emaranhado de paisagens que conferem a este lugar características únicas. Cercada pelo sistema montanhoso de S. Mamede, Postalegre encontra-se entre 400 e 600 metros de altitude. A sul, do concelho podemos encontrar uma paisagem tipicamente alentejana, de seara e azinheiraa e a norte uma paisagem tipicamente beirã, serras e montes, penhascos e vales.Altitude: 438 metros. Latitude: 39º 16'' 59" N Longitude: 007º 25'' 59" O NaturezaPortalegre, pela sua posição geográfica, suporta um legado natural invejável.Os miradouros pelos quais podemos apreciar as belezas naturais deste lugar, deixam dar uma espreitadela pelos encantos dos contornos da cidade. Os miradouros:Miradouro de Santa Luzia – Situado na Serra de Portalegre (679m) com magnífica vista sobre a cidade de Portalegre – Salão Frio. Miradouro da Penha – Situado na Serra da Penha, inclui uma belíssima Capela do século XVII. Miradouro das Carreiras – Local panorâmico de grande beleza paisagística. Na freguesia das Carreiras pode apreciar-se também a calçada medieval Miradouro da Igreja de Nossa Senhora da Lapa – Pequena Igreja cavada na rocha situada a 1 km da povoação de Besteiros. Belíssima panorâmica do parque Natural da Serra de São Mamede. Pico da Serra de São Mamede – Situado a 1025m de altitude, é o ponto mais elevado do continente português a sul do Tejo. Magnífica vista sobre a barragem da Apartadura, a Vila de Marvão, a Serra da Estrela e boa parte da Estremadura Espanhola. A sua geologia traduz-se na presença de xistos, grauvaques, calcários e quartzitos, litologia que se reflecte na variedade dos solos. A visitar: Parque Natural da Serra de São MamedeCasas NobresPortalegre conta com um número considerável de casas senhoriais, tendo assistido a um crescimento exponencial destes edifícios nos séculos XVII e XVIII.Palácio Achioli – séc. XVIII Palácio Avillez – séc. XVIII Solar dos Viscondes de Portalegre Casa Nobre de D. Nuno de Sousa – séc. XVI Palácio Barahona – séc. XVIII Paços do Concelho - séc. XVII Palácio da família Andrade e Sousa – séc. XVII Antigo Seminário - séc. XVI / XVIII Paço Episcopal - séc. XVI / XVIII Palácio Amarelo - séc. XVII Palácio dos Caldeira Castel- Branco – séc XVIII Palácio Póvoas – séc. XVIII Casa Nobre do Largo dos Silveiros Solar das Avencas Palácio dos Tavares Falcões – séc. XVI Portalegre e as suas FontesA cidade de Portalegre e os seus arredores contam com mais de 30 fontes. Até finais do século XIX, a água canalizada estava praticamente circunscrita às fontes. Só a partir dos anos quarenta do século XX se pode falar de água canalizada ao domicílio. As fontes de Portalegre começam, por isso, por constituir um mobiliário urbano de características utilitárias.Fonte do Outeiro – Data de 1883. Pintada de amarelo e branco, cores típicas da cidade com o brasão de armas da cidade. Fontes do Corro – Nesta Praça encontravam uma Fonte Filipina com o brasão de armas da cidade, a qual se encontra hoje numa praça de Cascais. Em sua substituição foram implantados, por volta de 1894, dois marcos fontanários em granito da região. Fonte das 3 Bicas – Data de 1864. Pintada de amarelo e branco está encimada por um belíssimo varandim. Tem 3 bicas e a data gravada. Fonte da Concha – Também chamada Fonte de Manuel de Jesus por se tratar de uma fonte particular que pertencia à casa que lhe está anexa. Data do séc. XIX. É constituída por uma grande concha em cima de um varandim. Está pintada de branco e amarelo. Fonte da Boneca – Data de 1894. Executada em lioz, enquadra-se no estilo neoclássico. Parece ter sido construída com o intuito de embelezar a cidade na sequência de uma visita prevista do Rei D. Carlos I a Portalegre. Fonte de Mergulho - Data do século XVI. Servia para abastecer de água o Convento de Santa Clara que lhe está anexo. Apresenta arcos geminados, separados por um mainel, que, sobre o capitel, ostenta um círculo raiado. Fonte do Claustro do Convento de Santa Clara – Data do século XVIII e encontra-se a decorar o belo Claustro Gótico do Convento de Santa Clara. Apresenta elementos decorativos característicos do estilo Barroco. Fonte da Misericórdia – Data de 1906, e foi, provavelmente inspirada na fonte do Largo do Teatro. Numa das faces possui a data gravada e o brasão de armas da cidade gravada em relevo. Construído em mármore branco com laivos vermelhos e negros. Fonte Nova – Data de 1894. Executada pelo escultor Augusto Desirat em mármore de Estremoz. Tem duas bicas. A decoração inclui o brasão de armas da cidade de Portalegre. Fonte do Rossio – Começou por ser colocada no Largo de Santiago em 1865, e só em 1889 passou para o Rossio. Fonte do Jardim do Tarro – Foi construída nos anos sessenta do século XX. Está anexada a um pequeno lago que se pode atravessar por meio de passadeiras de pedra. Fonte de Nepturno – data da segunda metade do século XVI e apresenta elementos decorativos do manuelino e do renascimento. Foi remodelada no século XIX, datando desse período a figura de Nepturno e as carrancas que a suportam. As Portas da cidadePortalegre é conhecida pelas suas 7 portas. No entanto, muitos autores e historiadores referem terem existido não sete mas oito portas, a saber:Postigo Alegrete Elvas Deveza Espírito Santo Bispo S. Francisco Évora Algumas destas portas sobreviveram ao passar dos tempos e são, hoje, um dos cartazes turísticos da cidade de Portalegre.

26 de abril de 2008

Lamego - Douro - Portugal







Sé Catedral


Torre românica, até à altura dos sinos (séc. XII-XIII), possuindo frestas interessantes do mesmo período, com especial destaque para a notável fresta que se abre do lado nascente (ver Tesouros Artísticos). A Torre serviu de cadeia por muito tempo, até que o Bispo D. Frei Feliciano de Nossa Senhora resolveu retirar o cárcere por o considerar "tenebroso".
Na fachada podem admirar-se três notáveis pórticos de influência gótica, magnificamente lavrados, notando-se nos dois laterais já influência do período renascentista. (
ver Tesouros Artísticos)
As portas robustas, almofadadas, são valiosos exemplares da marcenaria portuguesa. No interior, as abóbadas das naves apresentam coloridas pinturas de Nicolau Nasoni, representando passagens do antigo Testamento. (
ver Tesouros Artísticos)
No altar-mor existe uma boa pintura em tela representando Nossa Senhora da Assunção. Na Capela do Santíssimo, três magníficos altares de talha dourada (séc. XVIII), possuindo cada um deles uma pintura em tela. Sobre o altar do transepto, do lado norte, está uma excelente tela representando S. Miguel Arcanjo, embora seja uma cópia de Guido Reni. Na Sacristia existe uma bela imagem, em madeira policromada, de Nossa Senhora da Vitória (século XVI);
No coro alto podemos admirar uma bela imagem de Cristo na Cruz sob uma vistosa armação em talha. Também aqui existe uma bonita imagem de Nossa Senhora da Conceição – escultura portuguesa em madeira estofada do século XVII.
O claustro, concluído em 1557, apresenta quatro grupos de arcos do período de transição do gótico para o renascimento. Neste espaço, junto à arcaria do lado nascente, existem duas capelas mandadas construir pelo bispo D. Manuel de Noronha, no século XVI, uma de invocação a S. Nicolau e outra a Santo António. Estas capelas apresentam altares de boa talha sendo as paredes laterais, da capela de S. Nicolau revestidas de magníficos painéis cerâmicos (séc. XVIII) referentes a S. Nicolau. Ambas possuem admiráveis portões em ferro forjado, da melhor serralharia portuguesa.

Classificação: MN - Monumento Nacional

PARA OBTER UM TAMANHO NORMAL-CLICAR NA FOTO

olharesmil

olharesmil
WEBSITE PESSOAL